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AgroSB fomenta desenvolvimento rural e preservação florestal no Pará

Só no ano de 2022 a empresa preservou aproximadamente 230 mil hectares de floresta nativa


Uma imagem aérea da mata Amazônica
Foto: Divulgação

Uma das principais estratégias da AgroSB tem sido a manutenção da floresta como uma forma de economia. Atualmente, localizada no estado do Pará, com áreas de plantio de grãos, agrofloresta de cacau e criação de gado situadas na região da Amazônia Legal, a empresa evidencia que é possível alcançar altos níveis de produção sem a necessidade de desmatar áreas florestais, se destacando na promoção da bioeconomia e na preservação da floresta nativa. 


A empresa aponta que é possível conciliar o desenvolvimento econômico com a conservação ambiental. No ano de 2022, a AgroSB preservou aproximadamente 230 mil hectares de floresta nativa e em 2023 a expectativa é produzir 36 mil hectares de plantio de grãos ao mesmo tempo em que se realizam ações para alavancar os números de preservação da floresta. Além disso, a empresa conta com um projeto de expansão para 82 mil hectares nos próximos anos, convertendo áreas de pastagem degradada em áreas de produção por meio do sistema de integração lavoura pecuária.


Ana Caroline Neris Nogueira, especialista em Sustentabilidade da AgroSB, explica que a produção de grãos é uma atividade crucial no agronegócio e na produção de alimentos e a empresa realiza essa atividade de forma sustentável, seguindo protocolos rígidos de respeito ao meio ambiente. “A proteção das nascentes e o respeito à distância para plantios em áreas de preservação, conforme estabelecido no Código Florestal, são algumas das práticas adotadas para minimizar o impacto ambiental e garantir a preservação dos ecossistemas naturais”, esclarece.


A especialista em Sustentabilidade, destaca ainda que além da produção de grãos, a AgroSB também tem se destacado na pecuária. Seguindo os mesmos princípios, a empresa não realiza criação de animais em áreas de desmatamento ou embargadas. “Com um rebanho de aproximadamente 100 mil animais, a AgroSB provou que é possível criar gado de forma sustentável, sem comprometer áreas florestais, por meio do manejo adequado da pastagem maximizando seu potencial produtivo. Essa abordagem consciente contribui para a preservação das florestas, bem como para a redução do desmatamento e suas consequências ambientais”, pontua.


Com o cumprimento da legislação brasileira e dos requisitos ambientais e trabalhistas exigidos, a AgroSB encontra harmonia entre agricultura e pecuária junto à preservação da floresta nativa, essa prática reflete uma visão de desenvolvimento econômico que respeita os recursos naturais e a biodiversidade.


“Em um cenário global de crescente preocupação com as mudanças climáticas e a degradação ambiental, a AgroSB emerge como um exemplo de empresa comprometida em encontrar soluções para um desenvolvimento sustentável. Ao demonstrar que é possível alcançar altos níveis de produção sem nenhum desmatamento de áreas florestais, a empresa prova que a bioeconomia pode ser uma realidade viável para o futuro do agronegócio”, enfatiza Juliana Corrêa, diretora jurídica e de sustentabilidade.


A AgroSB, no entanto, não se acomoda com os resultados já alcançados e continua investindo em pesquisa e tecnologia para aprimorar suas práticas. A empresa visa a expansão de seus projetos sustentáveis e pretende atuar como uma influência positiva na transformação do setor agropecuário como um motor de desenvolvimento econômico e preservação ambiental.


Outras iniciativas de sustentabilidade


A agroSB trabalha em parceria com o Instituto Black Jaguar na restauração florestal de cerca de 400 hectares de área de preservação ambiental na unidade de Santana do Araguaia, com o plantio de espécies nativas para recomposição da vegetação ao longo do leito dos rios Araguaia e Tocantins.


Os projetos de carbono também fazem parte das ações para combate ao desmatamento nas regiões onde a AgroSB atua, inicialmente será implementado um projeto de Redd+ na unidade de São Félix do Xingu com a previsão da geração de créditos de carbono para serem revertidos na promoção de ações sociais e de desenvolvimento para a região.


Além disso, a empresa segue no caminho da regularização fundiária e ambiental de suas unidades produtivas, por meio da preservação e compensação ambiental. Recentemente realizou a doação de mais de 12 mil hectares ao ICMBio para compensação de reserva legal. A área faz parte da Unidade de Conservação (UC) Reserva Extrativista Baixo Juruá, localizada no estado do Amazonas, contribuindo no avanço da regularização fundiária das Unidades de Conservação declaradas como áreas prioritárias.



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